“Aposto” que você percebeu as mudanças no Brasil em que sobrevivemos. Pois é, “Bet” vem do inglês e significa “aposta”. Existe aposta que não seja um jogo de azar? Observe que as centenas de empresas de apostas virtuais, pela internet, usa um qualificativo ilusório: “casa de apostas”. Isso inspira e cria o álibi, a estratégia de induzir que é algo “bom” (casa: lar, reduto da família). O brasileiro é um apostador nato. Seu DNA vem de Portugal: a galera do Cabral apregoou “em se plantando tudo dá”. E deu realmente? – Portugal não deu certo nem em Portugal. Sim ou não?
Apostas e Loterias.
Bicheiros e jogo do “bixo”. Loterias estaduais e federais. Mega sena (Sena – um vencedor; daí não ter Mega Rubinho) e uma barca de loterias e ganhadores compulsórios – sim há quem ganhe repetidamente – “muita sorte” (?). E arrombaram os portos para as BET, centenas delas. Risco zero, como tudo de eletrônico (kkkk). Ah, quase esqueci dos bingos – coisas de idosos sem ter o que fazer, mas já que gostam de perder dinheiro, veio o “golpe do INSS” (Lulinha & Careca Group?).
Apostar em Político.
O brasileiro adora apostar em político – “ele rouba, mas faz” (mais roubos, mais corrupção, mais enriquecimento ilícito). A criatura não tem capacidade de administrar um carrinho de pipocas, mas será um bom vereador, prefeito, deputado… Se tiver um sindicato na pressão, pode ser até presidente (Uhuuu!). Apostamos que repetir o mesmo erro teremos resultados de sorte grande. Repetimos a defecada esperando um jantar típico do Planalto. Observe áreas do Brasil que trafegam historicamente na contramão da mínima razão, do singelo bom senso, e repetidamente votam apostando nas biscas ou escórias do pior atraso e corrupção. Enquanto o Brasil que trabalha, levanta de madrugada, esfola o lombo na lotação e vê a família sofrer pela falta daquilo que o governo (aposta) entrega para hordas de vagabundos e corruptos (lembra alguém?) que desprezam um emprego formal, de “carteira assinada” (ou assassinada?) para curtir a rede social nas redes das bolsas sociais. Inclusive alimentando o vício das drogas! Vai que não sabia da turma que pega nossos sofridos pilas para se drogarem?
Apostar diuturnamente.
Centenas, milhares de estupros e crianças que desaparecem. Assassinatos e pedofilia como apostar no volante da loteria (do azar). Sair para trabalhar ou para algum escasso lazer, sem a certeza de voltar ao lar, vivo ou mutilado física e mentalmente. São apostas do dia a dia. A empresa que aposta se consegue manter o trabalho e a produção assediada pela corrupção e guilhotina fiscal. O vivente que faz uma compra parcelada apostando em pagar com seu suado trabalho… Aposte que amanhã terá comida e saúde para a família. Sim ou não?
Apostar na justiça.
E a justiça? Ou a injustiça? Como o governador carioca (Castro) mostrou sobre as fatídicas “audiências de custódia” e a legislação feita e manipulada para proteger as “vítimas da sociedade”: “a polícia prende dezenas de vezes e os criminosos estão soltos no dia seguinte” – sob a orientação e auspícios dos “especialistas da Globo” (apoio mudo da OAB?). Uns buscam a loteria judiciária para depredar o patrão que lhe dá emprego. A “letra fria da lei” está comatosa em algum freezer, pois as decisões são interpretativas (acorda! Se não sabia). Vide a corte suprema em que vários expoentes do Direito enxergam que ela navega pela contramão da Esquerda. Circunstancial? Evolutiva?
Discute-se a “insegurança judicial” do térreo à cobertura, do abigeato à Lava Jato? Se cair nesse carrossel lotérico, o traficante está num iate e o cidadão pai, esposo, chefe de família está no necrotério com a aposta de liberar o corpo “brevemente” para a família sepultar. Sem apostar numa justiça real que mesmo que tardasse, aconteceria! Aconteceria? Sim ou não, enquanto vivente?
2026.03.10 – BRASIL BET – Edson Olimpio
Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão
Jornal Opinião de Viamão